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História da Taxonomia

História da Taxonomia II
Após a conferência bianual em abril de 1994, o Comitê de Taxonomia reuniu-se para alocar os diagnósticos recém-submetidos na estrutura revisada da Taxonomia I. No entanto, o comitê teve considerável dificuldade em categorizar alguns desses diagnósticos. Diante dessa dificuldade e do número crescente de submissões ao nível 1.4 e superior, o comitê sentiu que uma nova estrutura taxonômica era necessária. A possibilidade gerou muita discussão a respeito de como isso poderia ser realizado.

Para começar, o comitê concordou em determinar se havia categorias que teriam naturalmente surgido a partir dos dados, ou seja, a partir de diagnósticos aceitos. A primeira rodada de um Q-sort naturalista foi realizada na XI conferência bianual em 1994, em Nashville, TN (EUA). A segunda rodada foi concluída e a análise apresentada na XII conferência bianual 1996, em Pittsburgh, Pensilvânia (EUA). O Q-sort rendeu 21 categorias - muitas para serem úteis ou práticas.

Em 1998, o Comitê de Taxonomia enviou quatro Q-sorts utilizando quatro estruturas diferentes para o Conselho Diretor da NANDA. A Estrutura 1, relatada em 1996, era do estilo naturalista. A Estrutura 2 utilizou as idéias de Jenny (1994). A estrutura 3 utilizou as idéias da Classificação dos Resultados de Enfermagem (NOC) (Johnson & Maas, 1997), e a Estrutura 4 (1998) utilizou os Padrões Funcionais de Saúde de Gordon. Nenhuma dessas estruturas foi inteiramente satisfatória, embora a de Gordon tenha sido a que melhor ajustou-se. Com a permissão de Gordon, o Comitê de Taxonomia modificou esta estrutura para criar a Estrutura 5, que foi apresentada aos membros em abril de 1998 na XIII conferência bianual em St. Louis, Missouri (EUA). Nessa conferência, o Comitê de Taxonomia convidou os membros para classificar os diagnósticos de acordo com os domínios que haviam sido selecionados. No final da conferência, 40 conjuntos de dados utilizáveis estavam disponíveis para análise. Durante a fase de coleta de dados na conferência, membros do Comitê de Taxonomia fizeram cuidadosamente anotaram as perguntas feitas, a confusão expressa pelos membros, e as sugestões de melhoria.

Com base na análise dos dados e nas anotações de campo, foram feitas modificações adicionais à estrutura. Um domínio da estrutura original foi dividido em dois para reduzir o número de classes e diagnósticos dentro dele. Um domínio separado - crescimento e desenvolvimento – foi adicionado porque a estrutura original não previa esse domínio. Vários outros domínios foram renomeados para melhor refletir o conteúdo dos diagnósticos dentro deles. A estrutura taxonômica final é muito menos similar à original de Gordon, mas reduziu erros de classificação e redundâncias a quase zero, o que é um estado muito desejado em uma estrutura taxonômica.

Finalmente, foram desenvolvidas definições para todos os domínios e classes dentro da estrutura. A definição de cada diagnóstico foi então comparada àquela da classe e do domínio em que foi alocado. As revisões e modificações do posicionamento do diagnóstico foram feitas para garantir correspondência máxima entre domínio, classe e diagnóstico.

Em 2002, após a Conferência NANDA, NIC e NOC (NNN) em Chicago, os diagnósticos de enfermagem aprovados foram colocados na Taxonomia II. Esses incluíam 11 diagnósticos de enfermagem de promoção da saúde, bem como os diagnósticos de enfermagem recentemente revisados e aprovados. Nos anos seguintes, à medida em que novos diagnósticos de enfermagem foram desenvolvidos e aprovados, foram adicionados à estrutura taxonômica nos locais apropriados. Em janeiro de 2003, o Comitê de Taxonomia reuniu-se em Chicago (EUA) e fez refinamentos adicionais na terminologia na Taxonomia II. Após a Conferência NNN de 2004, em Chicago, o Comitê de Taxonomia colocou os diagnósticos recém-aprovados em suas categorias apropriadas. O Comitê de Taxonomia, para promover seu foco internacional, revisou os eixos da Taxonomia II e comparou-os com o Modelo de de Terminologia de Referência da International Standards Organization (ISO) para um Diagnóstico de Enfermagem.

Gordon, M. (1998). Manual of nursing diagnoses. St. Louis: Mosby.

Jenny, J. (1994). Advancing the science of nursing with nursing diagnosis. In:  Rantz, M.. & LeMone, P. (eds), Classification of nursing diagnoses: Proceedings of the eleventh conference. Glendale, CA: CINAHL, pp. 73-81.

Johnson, M. & Maas, M. (1997). Nursing Outcomes Classification (NOC). St. Louis: Mosby.